3 anos de IPB

Posted on dezembro 18, 2013

2


O texto era pra ter saído ontem, mas com a correria do dia, ficou pra agora. Dêem os descontos.

• • •

17.12.2013

O dia em que fui recebido na IPB

O dia em que fui recebido na IPB

Hoje é o dia do pastor presbiteriano. A data é importante não apenas pela homenagem aos homens que foram chamados e dedicam a sua vida ao serviço de Jesus e de outros homens – a quem chamam de “ovelhas” -, mas também por ser o dia da ordenação do primeiro pastor presbiteriano de origem nacional, o Rev. José Manoel da Conceição.

A data também ganha significado especial para mim, pois foi nesse dia que, há exatos três anos, fui recebido na Igreja Presbiteriana do Brasil, e no Presbitério Leste do Maranhão. Examinado por um grupo de líderes prontos a avaliar minha sanidade teológica (e mental), fui considerado apto a fazer parte do concílio de pastores da IPB, do PLMA, e da Igreja Presbiteriana do Renascença.

Desde então estou envolvido no trabalho desta igreja. Atuando na plantação de igrejas, a mudança mais recente foi assumir a congregação no bairro da Cohama (em São Luís), e adiar o projeto no bairro do Araçagy – à frente do qual estive por quase três anos.

Em 17 de dezembro de 2010 me envolvi em um “recomeço”. De contornos mais amplos, denominacionais, promoveu mudanças, em sua maioria, positivas na minha história. Agora encaro um novo recomeço, mais modesto, em âmbito de congregação, mas não menos importante. Tenho visto a graça de Deus me sustentar nesses três anos de IPB, e espero continuar reconhecendo a poderosa mão de Deus “fazendo a coisa acontecer” na nova congregação.

Como um pastor, em tese, precisa de ovelhas pra justificar sua função, vale a pena mencionar que Deus me presenteou com pessoas amáveis e belas. Isso não as impede, obviamente, de ficarem chateadas comigo diante de algum desentendimento ou alerta pastoral, nem me impede de ficar preocupado, ansioso, com raiva, e triste, em certos momentos. Mas observar este povo me dá uma alegria sem tamanho. Tenho sentido verdadeiro amor por aqueles que caminham comigo há algum tempo, e peço amor por aqueles que começo a conhecer. Vejo, com um sorriso no rosto, o crescimento deles, apenas para reconhecer que o Senhor está fazendo o que Lhe agrada.

Que Ele continue fazendo, e que eu sirva para os Seus propósitos.

Soli Deo Gloria.

 

Marcado:
Posted in: o Jornal